Além dos Limites do Desenvolvimento
- Pensar de sair ilesos desta crise, é pura fantasia. Todas as Empresas, quem mais quem menos, encontra-se com poucos pedidos na carteira e conseqüentes escassos recursos financeiros.
- Não caímos na conversa dos falsos profetas: nos espera um longo período de vacas magras.
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Quem viu os dados da pesquisa feita pelo MIT (Massachusset Institut of Tecnology) nos anos 70 “Os limites do desenvolvimento”, sabe que esta crise está longe de acabar, pois os chefes de todos os governos mundiais, preocupados dos próprios bolsos e poderes, omitiram-se de tomar as providencias indicadas.
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Para minimizar os efeitos funestos (ver ao lado), o SDG (Sistem Dinamic Group) pro pouse as três seguintes condições:
A-Manter o Capital fixo e a população com dimensões constantes. (o índice de natalidade igual ao de óbito, e taxa dos investimentos igual à depreciação).
B- Manter nos mínimos níveis os índices acima sem desperdiçar.
C- Projetar os níveis de população, de capital fixo e as relações sociais, baseando-se em objetivos e tempos predeterminados. |
- Agora é o tempo de agir. Não podemos sequer imaginar, corrigir o passado, ou bancar de todo-poderosos, podemos e devemos porem, agir nas Empresas que são o micro do macro-cosmo. Vamos substituir as palavras população-natalidade-obito com as funcionários-contratação-demissâo e verificamos como são atuais as condições propostas.
-A condição A. propõe manter o statu quo e nos somos unânimes no evitar inúteis investimentos.
-A condição B. fala de evitar desperdícios e todos concordamos.
-A terceira, C., sugere projetar níveis de investimento em função dos objetivos a tempo determinado.
- As três propostas aconselham manter o equilíbrio e programar o social sem desperdícios. Alem de aceitar quanto acima, necessitamos também preocupar-se com outros aspectos das crises: as oportunidades.
- Estas são representadas pelas soluções na energia, na ecologia, na reciclagem dos resíduos e no social. Vamos procurar estas soluções, sem esquecer as três condições acima.
- Conscientes das nossas fraquezas individuais, nos constituímos em grupo. Singularmente subimos integralmente os problemas da crise: temos pouca penetração no mercado, limitadas capacidades tecnológicas, financeiras e de credibilidade.
- Consociados, compartilhamos as capacidades, abrimos os horizontes e as transmitimos aos outros.
- Em breve vamos entrar no setor energético, visando os atuais desempenhos a nível mundial sobre sua economia em geral, como produção eletro-voltaica e outras propostas aplicadas às industrias.
- Convidamos quem tive a paciência de nos ler, a nos seguir, sustentando com suas preciosas apreciações e comentários, rumo á luz no fim do túnel.
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